Suposto esquema Gusttavo Lima: as divergências que causaram reviravolta na ordem de prisão Gusttavo Lima: as divergências que causaram reviravolta na ordem de prisão
- AB Agência Brasil | Divulga Brasil

- 26 de set. de 2024
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Dono e co-CEO da VaideBet, André e Aislla Rocha, ao lado do casal Gusttavo Lima e Andressa Suíte em festa na Grécia — Foto: Reprodução/Redes sociais
Suposto esquema
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As decisões judiciais que levaram à ordem de prisão preventiva do cantor Gusttavo Lima, na segunda-feira (23), e à revogação do mandado, na terça (24), demonstram divergências entre a juíza Andréa Calado da Cruz, da 12ª Vara Criminal do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) e o desembargador Eduardo Guilliod Maranhão, da 4ª Câmara Criminal e relator do caso no Tribunal de Justiça de Pernambuco
Gusttavo Lima se tornou um dos alvos da Operação Integration, que apura um suposto esquema de lavagem de dinheiro envolvendo casas de apostas online (as "bets"). A mesma operação prendeu a influenciadora Deolane Bezerra, solta 14 dias depois, após a Justiça aceitar pedido de habeas corpus que também beneficiou outros 17 investigados.
A prisão preventiva de Gusttavo Lima não chegou a ser cumprida porque ele deixou o Brasil na madrugada da segunda (23) em um voo privado que saiu do Aeroporto de Guarulhos, em São Paulo, com destino a Miami, nos Estados Unidos.
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Na decisão que ordenou a prisão, a juíza considerou que, além da movimentação de valores suspeitos de integrar um esquema de lavagem de dinheiro de jogos ilegais, teria ocorrido "conivência" do cantor a favor do casal José André da Rocha Neto e Aislla Sabrina Truta Henriques Rocha, donos da Vai de Bet, que tiveram a prisão decretada no dia 3 de setembro. Nessa data, o casal comemorava o aniversário de Gusttavo Lima na Grécia e não voltou ao Brasil depois.
Segundo a investigação da Polícia Civil de Pernambuco, em 1º de setembro, José André, Aislla e Gusttavo Lima fizeram a viagem no jatinho PS-GSG, de propriedade da Balada Produções e Eventos, que pertence ao cantor, saindo de Goiânia com destino Kavala, cidade portuária na região da Macedônia. No retorno, em 8 de setembro, mesmo avião fez escala em Atenas, também na Grécia, e nas Ilhas Canárias, arquipélago da Espanha, e depois voltou ao Brasil.


















